Técnico em Redes de Computadores
Instala, configura e mantém redes e infraestrutura de TI em empresas, provedores e órgãos públicos.
▎ Quanto ganha um Técnico em Redes de Computadores
Salário médio R$ 2.900/mês
Início: R$ 2.000 · Sênior: R$ 4.600+
Fonte: CAGED · Portal Salário (CBO 3172-10 — média R$ 2.900, amostra ~2.700 vínculos) · faixas de mercado por nível
Faixa salarial por nível
Setores que contratam
Cursos da Itamazônia que formam para esta carreira
Perguntas sobre a carreira de Técnico em Redes de Computadores
O que faz um Técnico em Redes de Computadores?
Instala, configura e mantém redes e infraestrutura de TI em empresas, provedores e órgãos públicos.
Quanto ganha um Técnico em Redes de Computadores?
O salário médio é de R$ 2.900 (fonte: CAGED/Portal Salário), com início de carreira em torno de R$ 2.000, chegando a R$ 4.600+ em níveis sênior.
Qual curso forma um Técnico em Redes de Computadores?
Na Itamazônia, a formação para Técnico em Redes de Computadores pode ser feita em: Técnico em Redes de Computadores.
Como se tornar Técnico em Redes de Computadores?
Para seguir carreira como Técnico em Redes de Computadores, o caminho passa por uma formação na área. Na Itamazônia, isso começa pelo curso: Técnico em Redes de Computadores.
Vale a pena ser Técnico em Redes de Computadores?
Em números objetivos: o salário médio é de R$ 2.900 (CAGED) e a demanda atual do mercado é alta. A decisão depende do seu perfil e objetivos, mas esses são os dados reais da profissão hoje.
Tem concurso público para Técnico em Redes de Computadores?
Sim — Técnico em Redes de Computadores é uma das formações cobradas em concursos públicos (federais, estaduais e municipais), onde o cargo costuma exigir ou pontuar o diploma. Como os editais abrem e fecham o tempo todo, acompanhe os que estão abertos no Radar de Concursos da Itamazônia.
▎ Seu próximo passo
Quer seguir carreira como Técnico em Redes de Computadores?
A formação que abre essa porta começa numa conversa — sem robô, sem formulário interminável. Veja condições, bolsas e formas de ingresso.
Falar com a Itamazônia →