Em 1509, Erasmo de Roterdã teve uma ideia genial: em vez de criticar diretamente os poderosos do seu tempo, deixou que a própria Loucura subisse ao palco e fizesse um discurso elogiando a si mesma. O resultado é uma das sátiras mais afiadas já escritas — engraçada por fora, demolidora por dentro.
Por que ler
Porque, ao “elogiar” a tolice, Erasmo expõe a vaidade dos sábios de fachada, a arrogância dos poderosos e a hipocrisia da Igreja — tudo com humor. É humanismo renascentista no auge, e um lembrete de que rir das próprias certezas é sinal de inteligência.
Sobre esta edição
Versão brasileira, notas e edição por Williams F. Fontinele, da série Filosofia para a Vida — Clássicos Comentados. A tradução foi produzida com auxílio de inteligência artificial, a partir do latim original, sob direção, cotejo e revisão integral do editor — responsável final pelo texto.
- Autor
- Erasmo de Roterdã
- Série
- Filosofia para a Vida — Clássicos Comentados
- Traduzido do
- latim
- Edição
- Rio Branco, 2026
Meditações
Marco Aurélio
O diário privado de um imperador romano que comandava o maior império do mundo e, à noite, escrevia para si mesmo lembretes sobre como não perder a cabeça. Edição brasileira comentada: tradução do grego, introdução e notas.
Ver na estante →
Manual de Epicteto
Epicteto
O manual de bolso do estoicismo, escrito por um homem que nasceu escravo e virou um dos maiores mestres de Roma. Parte de uma distinção que muda uma vida: há o que depende de nós e o que não depende. Tradução do grego.
Ver na estante →
Sobre a Brevidade da Vida
Sêneca
A vida não é curta — nós a desperdiçamos. No ensaio De Brevitate Vitae, Sêneca mostra que o tempo é o único bem que não se recupera, e ensina a vivê-lo com propósito. Edição brasileira comentada.
Ver na estante →
Apologia de Sócrates
Platão
A defesa mais célebre da história: um homem que preferiu morrer a parar de pensar. Acusado de corromper a juventude em 399 a.C., Sócrates não implora — defende a vida examinada. Tradução do grego, introdução e notas.
Ver na estante →