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Filosofia

Elogio da Loucura

A célebre sátira em que a própria Loucura faz seu discurso de louvor

Erasmo de Roterdã

Em 1509, Erasmo de Roterdã teve uma ideia genial: em vez de criticar diretamente os poderosos do seu tempo, deixou que a própria Loucura subisse ao palco e fizesse um discurso elogiando a si mesma. O resultado é uma das sátiras mais afiadas já escritas — engraçada por fora, demolidora por dentro.

Por que ler

Porque, ao “elogiar” a tolice, Erasmo expõe a vaidade dos sábios de fachada, a arrogância dos poderosos e a hipocrisia da Igreja — tudo com humor. É humanismo renascentista no auge, e um lembrete de que rir das próprias certezas é sinal de inteligência.

Sobre esta edição

Versão brasileira, notas e edição por Williams F. Fontinele, da série Filosofia para a Vida — Clássicos Comentados. A tradução foi produzida com auxílio de inteligência artificial, a partir do latim original, sob direção, cotejo e revisão integral do editor — responsável final pelo texto.

Autor
Erasmo de Roterdã
Série
Filosofia para a Vida — Clássicos Comentados
Traduzido do
latim
Edição
Rio Branco, 2026
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