Omar Khayyám foi astrônomo e matemático de primeira linha na Pérsia do século XI — e, nas horas vagas, escrevia quartetos (rubai) curtos e cortantes sobre vinho, tempo e a estranheza de existir. Ficaram famosos no mundo todo séculos depois de sua morte.
Por que ler
Porque é poesia que pensa: diante de um universo que não se explica, Khayyám escolhe o instante, a taça e a honestidade de admitir que não sabemos. Cético, sensual e melancólico — surpreendentemente moderno.
Sobre esta edição
Edição brasileira da série Poesia em Edição Brasileira — Clássicos Comentados. Diferencial: traduzida a partir do texto persa (não da célebre versão inglesa de FitzGerald), com introdução e notas por Williams F. Fontinele.
- Autor
- Omar Khayyám
- Série
- Poesia em Edição Brasileira — Clássicos Comentados
- Traduzido do
- persa
- Edição
- Rio Branco, 2026
Tao Te Ching
Laozi (Lao Tse)
Os 81 capítulos atribuídos a Laozi sobre o Tao — o Caminho — e o wu wei, a ação sem forçar. O texto fundador do taoismo, traduzido direto do chinês clássico, com introdução e notas.
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Erasmo de Roterdã
A sátira em que a própria Loucura sobe ao palco e faz o elogio de si mesma — e, de tirada em tirada, desmonta as vaidades dos sábios, dos poderosos e da Igreja. O clássico de Erasmo em versão brasileira comentada.
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A Arte da Guerra
Sun Tzu
A maior vitória é a que se vence sem combater. Há 25 séculos, Sun Tzu escreveu o tratado de estratégia mais influente de todos os tempos. Traduzido direto do chinês clássico, com notas e termos em pinyin.
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O Livro dos Cinco Anéis
Miyamoto Musashi
Escrito por Miyamoto Musashi, o espadachim invicto do Japão, numa caverna pouco antes de morrer. Cinco "anéis" — Terra, Água, Fogo, Vento e Vazio — sobre estratégia, foco e domínio de si tanto quanto da espada.
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